tarããã
nananananana
pãpãpãããã
vou matar a primeira aula de amanhãããã
pararaããã
segunda-feira, 23 de março de 2009
autismo
Postado por F. às 21:30 2 comentários
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
will you die, please?
i hope you get fucking diarrhea and go to the hospital, but no doctors will save you because you're just too stupid to live, so they'll send you home where you can go fuck yourself till you get your own self contaminated with fucking gonorrhoea and anal aids, and in case you survive, next time i see you in the lift i'm gonna run away to buy disinfectant and clean up your dipshit germs and any other time i see a tupperware you've touched i'm gonna set it on fire and if you cross my way again, i'll just pretend you're a punching bag, and after your failed death i hope you get gingivitis and gum disease till you've got no teeth left in your mouth, and you know, they say that's actually good for cheap hoes and dirty cunts like you, by the way, i hope this will eventually lead to an eye- rape by a chancroidic penis, which will blind you and doom you to be beated up by strangers downtown.
Postado por F. às 23:13 4 comentários
Marcadores: douche bag, filth, moron
ahahaha e não é que existe?
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=22628771
Mas eu não tava falando do Johnny Depp , obviously.
Postado por F. às 23:09 1 comentários
tudo que eu queria dizer hoje
você quer morrer ou quer que eu te mate?
Postado por F. às 22:58 0 comentários
domingo, 15 de março de 2009
Dona Silvia

Não fui visitá-la outra vez. Não sei se ela sente falta ou sente alívio. As memórias, apesar de cansativas, conseguem ser agradáveis. Atrás da porta da cozinha ela pendurou um presente que trouxe da minha viagem - que ela, por sua vez, me deu de presente. O azulejo é antigo, assim como a cortina e quase tudo que se encontra lá. A mesa está posta com pão, geléia, queijo e jornais. Ao lado, estão pregadas contas a serem pagas, e embaixo delas, tem um vaso com água e flores, que na maioria das vezes são rosas. Seu cabelo loiro, ressecado e escovado está preso, ela usa um vestido velho, e inquieta procura algo para oferecer à visita. Se senta e dispara a contar com pouco nexo o que se pode contar que é novo - e na verdade é exatamente a ladainha já decorada, só que num dia diferente. O marido aparece e não dá palpite, até que resolve discordar. Daí, ele se levanta, vai assistir o jornal na televisão enquanto ela continua a contar, levando uma xícara transbordando de café até a boca e insiste para que eu coma qualquer coisa. E volta a falar do que eu não canso facilmente de ouvir, o que ela já se esqueceu que eu sei. Mas ela cansa rápido e volta para o computador, sua companhia preferida nos últimos tempos, e eu vasculho vestígios de qualquer coisa pelo enorme apartamento, e acabo encontrando. Folheio os álbuns de foto, do casamento, da lua de mel, do bar mitzvah, da viagem detestável para a Europa (!), vou até a sala, namoro o piano, namoro a vista que dá para as montanhas (montanhas?), dou corda na caixinha de música, abro o guarda roupa para observar seus casacos, frascos de perfume. Ela está lá, não sei se ela se esqueceu ou abstraiu. Ele já dormiu. A empregada diz qualquer coisa, eu concordo, dou tchau e peço para ela trancar a porta.
Postado por F. às 21:27 1 comentários